ESCOLA DOMINICAL





CONTRAPONDO A ARROGÂNCIA COM A HUMILDADE
Texto Áureo: Pv. 16.18 – Leitura Bíblica: Pv. 8.13-21
Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD


LIÇÃO - 7


INTRODUÇÃO
A arrogância causa muitos males ao ser humano, mas essa nem sempre é percebida, isso porque o orgulhoso não atenta para a sua condição. Por outro lado, a humildade, uma das principais virtudes cristãs, precisa ser cultivada, contrapondo a altivez de espírito. Na aula de hoje, com base no livro de Provérbios, bem como em outros textos bíblicos, faremos um estudo comparativo entre esses dois comportamentos. Ao final ressaltaremos os aspectos cristãos da humildade, personificados no próprio Cristo, o maior exemplo de serviço.
1. ARROGÂNCIA E HUMILDADE: DEFINIÇÕES
A arrogância (hb. gabahh) é caracterizada pela falta de humildade e geralmente está associada ao fato de a pessoa se mostrar indisposta para ouvir os outros. A pessoa arrogante não quer aprender com o próximo, pois pensa ser dona da verdade. Ela se coloca acima dos outros, e se orgulha das percepções que tem de si mesmo. Esse é um pecado perigoso, pois não tem limites, o arrogante pode chegar a pensar que é o próprio Deus (Ez. 28.2). Esse foi o pecado que conduziu Satanás à queda, o inimigo não quis ficar na sua posição, tentou tomar o trono do Altíssimo (Is. 14.13,14). Como fez Satanás, o arrogante não se submete às normas, na verdade ele estabelece suas próprias regras, que geralmente favorecem apenas a ele mesmo (II Ts. 2.4). Aqueles que são altivos de coração também são orgulhosos, e por não se coadunarem aos princípios divinos, se voltam em rebelião contra Ele (Pv. 24.1; Tg. 3.16). A Torre de Babel, de Gn. 11, é uma demonstração do que o homem arrogante pode fazer, revela também as consequências dessa vaidade. Esse é também um pecado de cegueira espiritual, pois a pessoa que assim procede nega-se a ver o engano no qual se encontra (Mt. 15.14; 23.16-23; Rm. 2.19; Is. 3.12; 9.16; 42.19; 56.10; Os. 4.12). Por esse motivo os arrogantes não se dobram diante da Palavra de Deus (II Tm. 3.16), não se submetem em humildade ao que Deus diz (Pv. 11.2). Os falsos mestres tendem à arrogância, presunção e orgulho (I Co. 8.1; Cl. 2.18), e não são facilmente libertos do pecado porque rejeitam o ensinamento bíblico (Hb. 10.25; II Tm. 4.3; II Jo. 10,11). A oposição à arrogância é a humildade, uma virtude extremamente necessária àqueles que professam a fé em Cristo. Ser humilde (gr. ani) é uma disposição de dependência do outro, o verbo grego tapainoô tem a ver com a condição de fazer-se pequeno, mais que isso, a de ser obediente. Jesus, em Lc. 18.14, diz que aqueles que se exaltam serão humilhados, e os humilhados serão exaltados. Ele deu o maior exemplo de humildade, esvaziando a si mesmo, assumindo a posição de servo (Fp. 2.8).
2. ARROGÂNCIA E HUMILDADE EM PROVÉRBIOS
No livro de Provérbios, a contraposição entre arrogância e humildade é um dos principais temas desse texto sapiencial. O autor de Provérbios aconselha as pessoas a não se considerarem sábias aos seus próprios olhos, antes devem confiar no Senhor (Pv. 3.5-8), considerando que Ele exalta o soberbo, e dá graça aos humildes (Pv. 3.34). A arrogância, em várias passagens, traz consequências nefastas, pois com ela vem a desonra, a humildade, por sua vez, é uma demonstração de sabedoria (Pv. 11.2). O arrogante é comparado a um tolo, já que esse não aprende, não extrai lições da vida, não recebe conselhos (Pv. 13.10). A humildade, em Provérbios, é sinônima de sabedoria, que desvia o homem do mal, a arrogância, por sua vez, faz com que as pessoas tomem decisões precipitadas (Pv. 14.16). A arrogância é um pecado grave, pois faz com que as pessoas se afastem de Deus, conduzindo-as ao julgamento (Pv. 16.5). Ao se comparar a arrogância com a humildade, vale muito mais a pena viver entre os humildes do que entre os arrogantes (Pv. 16.16-18). Os arrogantes são comumente levados à ruina, enquanto que os humildes alcançam posição de honra (Pv. 18.12; 22.4; 25.6,7). Os arrogantes fazem muita propaganda enganosa, eles falam muito bem a respeito de si mesmos, mas passam vergonha quando são testados (Pv. 25.14,27). É melhor se aproximar de um tolo do que de uma pessoa arrogante, elas são altamente tóxicas, estragam tudo e todos que se encontra por perto (Pv. 26.12). Em virtude do muito dinheiro que conseguem acumular, os ricos são propensos à arrogância, os pobres, por serem dependentes, se aproximam de Deus, e encontram a verdadeira prosperidade (Pv. 28.11,25). Os pobres, especialmente os de espírito, se voltam para Deus, reconhecem que dEle vem a purificação (Pv. 30.13). O arrogante, por sua altivez de espírito, não pode ser salvo, peca contra Deus, diz blasfêmias, caminha para a perdição (Pv. 30.12), seria melhor que ele se calasse, ou então colocasse a mão na sua boca (Pv. 30.32).
3. HUMILDADE VERSUS ARROGÂNCIA
Deus se opõe aos arrogantes, mas dá graça aos humildes, pois são estes que percebem sua condição, sua necessidade de salvação, que vem de cima, não deles mesmos (Tg. 4.6). Jesus deixou claro que não podemos fazer coisa alguma sem Ele, somos como um galho que precisa da raiz e do tronco para se desenvolver (Jo. 15.5). A humildade começa diante do próprio Deus, pois o ser humano é pequeno, somente o Senhor é grande, digno de honra, glória e louvor. Ao ouvir a Palavra de Deus, o humilde, diferentemente do arrogante, treme, e se arrepende dos seus pecados (Is. 6.5; 66.2). Ao invés de se gloriar da sua força, o humilde tem consciência da sua fraqueza, sabe que nisso consiste sua fortaleza, fundamentada na graça de Deus em Cristo (II Co. 12.9,10). Paulo precisou experimentar o sofrimento para aprender a não se gloriar nas revelações que recebeu de Deus. O espinho na carne pode ser um tratamento divino para modificar o comportamento dos arrogantes (I Co. 12.7). Mas a conversão da arrogância para a humildade não acontece apenas com palavras, é preciso que essa seja demonstrada em ações, assim procedeu Israel, ao se dobrar perante o Senhor, depois de ter seu orgulho abatido (Jz. 10.15-16). A pessoa quebrantada por Deus, e que vive em humildade, não coloca a si mesmo em primeiro lugar, antes tem consideração por aquilo que é dos outros (Fp. 2.3,4). Na visão cristã, o humilde é justamente aquele que se coloca na condição de servo, assim como fez Cristo, ao lavar os pés dos seus discípulos (Jo. 13). O próprio Senhor lembrou que aqueles que querem ser maiores, devem buscar servir aos seus irmãos, no reino de Deus é maior quem mais serve (Mc. 9.35), Jesus mesmo vem para servir, não para ser servido (Mc. 10.45). Ao invés de agirem como os arrogantes, os cristãos devem se humilhar debaixo da potente mão de Deus, a fim de serem exaltados em tempo oportuno (I Pe. 5.6).
CONCLUSÃO
O ser humano, em sua natureza pecaminosa, tem tendência à arrogância. Essa prática é naturalizada entre as pessoas, que acham normal o comportamento egoísta. Mas a Palavra de Deus, e mais especificamente o livro de Provérbios, se contrapõe àqueles que têm coração altivo, que são orgulhosos. A virtude cristã, exemplificada na própria pessoa de Cristo, é a humildade, característica que se fundamenta no interesse pelos outros. Jesus chamou a vir a Ele todos os humildes, para dEle aprenderem (Mt. 11.28). Assim procedem todos aqueles que estão na escola da humildade, não da arrogância, são pessoas que estão sempre predispostas a aprenderem, por isso alcançarão maturidade espiritual.
BIBLIOGRAFIAORTLUND JR. R. C. Proverbs: wisdom that works. Illinois: Crossway, 2012.WEIRSBE, W. W. Proverbs: be skillful. Colorado Springs: David Cook, 2009.





Lição 02


ADVERTÊNCIAS CONTRA O ADULTÉRIO
Texto Áureo: Pv. 5.15,18 – Leitura Bíblica: Pv. 5.1-6

Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO
Uma das áreas que os autores de Provérbios apresentam bons conselhos é a da sexualidade humana. Temas variados são destacados pelos sábios, a fim de que os ouvintes não se deixem enganar pelos discursos enganadores. O adultério é frontalmente criticado nos Provérbios, em defesa de uma sexualidade sadia, pautada nas orientações divinas. Na aula de hoje trataremos a esse respeito, ressaltando, ao final, a cosmovisão cristã sobre a sexualidade, mostrando que essa pode ser desfrutada dentro do casamento.

1. A SEXUALIDADE EM PROVÉRBIOS
O livro sapiencial de Provérbios está repleto de alusões à sexualidade, sempre com o objetivo de manter a fidelidade no casamento. Os sábios se referem à esposa, como um manancial, uma fonte ou uma cisterna, na qual o homem pode saciar sua sede (Pv. 5.12-21). A orientação dos pensadores é com o intuito de que os jovens fujam da tentação (II Tm. 2.22). O envolvimento ilícito fora do casamento é reprovado, na medida em que o deleite conjugal é motivado no casamento. Ao invés de buscar aventurar-se fora do enlace matrimonial, os cônjuges devem desfrutar do prazer sexual dentro do casamento. Os textos de Provérbios ecoam as diretrizes da Torah, a fim de que as pessoas não cometam adultério (Ex. 20.14). O sábio está consciente dos apelos da juventude, bem como das atrações do pecado sexual. Ele recorre à metáfora do alimento roubado como atiçamento (Pv. 9.17). Mas as consequências do adultério são drásticas, o adultério é comparado a uma cova profunda (Pv. 23.27). Um dos principais problemas dos pecados sexuais é que as pessoas não medem as implicações. Há aqueles que, diferentemente de José (Gn. 39.1-12), que fugiu do pecado, preferem entregarem-se à tentação. O rei Davi é um exemplo bíblico que não deve ser imitado nesse particular, ele cedeu ao olhar da concupiscência, e caiu no pecado do adultério (II Sm. 11.1-5). Muitos estão fazendo o mesmo, os líderes eclesiásticos têm testemunhado essa realidade. A sociedade na qual vivemos é extremamente sexualizada, a mídia explora o corpo como um mero instrumento de satisfação dos desejos. Muitos cristãos estão sendo cooptados pelos valores deturpados a respeito da sexualidade humana. Os seguidores de Freud têm reduzido à sexualidade a um mero instinto animalesco. Por causa disso, cada vez mais as pessoas estão se entregando irresponsavelmente à concupiscência.

2. AS CONSEQUÊNCIAS DO ADULTÉRIO EM PROVÉRBIOS
No livro de Provérbios, o adultério é perigoso porque traz consequências destrutivas para as vidas das pessoas envolvidas (Pv. 5.4-6), pois o adúltero morre por falta de disciplina (Pv. 5.23), ele destrói a si mesmo (Pv. 6.32), e segue como um boi ao matadouro (Pv. 7.22,23). Esses conselhos antecipam as palavras de Paulo, a fim de que os crentes fujam da imoralidade sexual, e para que vivam em santidade (I Ts. 4.7; 5.22). Quando não atentamos para essas instruções, findamos no caminho da ruína, em tristeza e culpa (Pv. 5.11-14). Aquelas pessoas que entram pelo caminho enganoso do adultério convivem com o sentimento de culpa. Essa é uma situação de condenação, que macula um dos princípios fundamentais do relacionamento conjugal: a transparência. Adão e Eva, no ato conjugal, estavam nus, e não se envergonhavam (Gn. 2.25), isso traz uma simbologia, a do pacto entre marido e mulher na sexualidade. Quando essa aliança é quebrada, através do adultério, a parte traidora rompe com esse princípio (I Co. 6.13-20). O resultado é a culpa, que persegue, essa pode ser negada, mas virá através de pesadelos, preocupações, entre outros sentimentos negativos. Não há outra saída, senão a da confissão, ainda que seja doloroso, é o primeiro passo para o arrependimento (Pv. 28.13; I Jo. 1.9). Se esse passo não for dado, o casamento tenderá a ruina, marido e mulher se afastarão ao longo do tempo, o interesse sexual entre ambos arrefecerá, os filhos ficarão com o legado  das escolhas equivocadas. Isso acontece porque o adultério, como todo pecado, não fica impune, por isso se aplica a advertência bíblica: o que o homem plantar, isso também ceifará (Gl. 6.7,8).  O pecado pode ser aprazível enquanto dura, pode ser agradável à natureza pecaminosa, mas nunca sai barato, pode levar a ruina também financeira. Muitos casamentos se desfizeram porque um dos cônjuges, ao invés de investir na família, preferiu gastar seu dinheiro em experiências extraconjugais. A esse respeito o sábio indaga: “pode alguém tomar fogo no seio, sem queimar as suas vestes?” (Pv. 6.27).  O adultério pode resultar em tormento mental, por suspeitar que alguém saiba da sua condição, que pode levar a doenças físicas, de ordem psicossomáticas, e espirituais, como o distanciamento progressivo da presença de Deus. É preciso seguir o exemplo positivo de Davi, confessar o pecado, reconhecer seus males, e se voltar para o Senhor (Sl. 51).

3. ORIENTAÇÕES CRISTÃS CONTRA O ADULTÉRIO
Conforme destacamos acima, o arrependimento, demonstrado em confissão, é o ponto de partida para o reestabelecimento espiritual (Tg. 5.16). Mas somente isso não é suficiente, é preciso também resgatar o pacto com o cônjuge, reatando os laços conjugais (Ml. 2.14,15). Os elos com a outra pessoa envolvida devem ser quebrados. Nessa era de redes sociais, é recomendável o afastamento de possibilidades de contato com pessoas que possam levar ao adultério. Colocar a mente nas coisas que são de cima, em tudo que é nobre, correto, puro, amável, admirável, excelente, digno de louvor contribui bastante (Fp. 4.8). A maturidade sexual é alcançada quando os cônjuges são capazes de diferenciar amor de lascívia. Nem todos são capazes de fazer essa distinção, fundamental para a vida conjugal. Há homens que se entregam a qualquer oportunidade aventureira que se apresenta. O amor, construído ao longo de uma vida, é descartado por causa de uma paixão passageira. O amor é um verbo, e toma tempo, trata-se de uma decisão, exige sacrifício (Ef. 5.25). Se as pessoas calculassem os custos do adultério, certamente fugiriam dele, pois as consequências são destruidoras (Pv. 6.32). É necessário também fazer a distinção entre remorso e arrependimento. Nem sempre a pessoa confessa porque está arrependida, pode ser um ato de remorso, que infelizmente não conduz à salvação (II Co. 7.10). O arrependimento é acompanhado de atitudes de resistência ao pecado (Mt. 26.41). O índice de crentes que se envolvem no pecado do adultério tem aumentado consideravelmente nesses últimos anos. As redes sociais têm contribuído para a incidência desse tipo de pecado nas igrejas. Recomenda-se o uso cuidadoso dessas mídias, fugindo da pornografia, que pode motivar às práticas aventureiras fora do casamento.

CONCLUSÃO
Ao longo da Bíblia nos deparamos com várias advertências quanto aos perigos e as consequências do adultério. O livro de Provérbios apresenta muitos conselhos a esse respeito que precisam ser considerados. Os cristãos foram criados para a sexualidade, mas nem tudo que é aprovado pela sociedade é lícito (I Co. 6.12-18). Em Provérbios o sexo é comparado a um manancial (Pv. 5.18,19), por isso pode ser usufruído dentro do casamento (Hb. 13.14), respeitando a dignidade dos cônjuges, e fundamentado na Palavra de Deus (Pv. 6.20-24).

BIBLIOGRAFIA
ELLIS, E. P. Os Provérbios de Salomão. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.
ORTLUND JR. R. C. Proverbs: wisdom that works. Illinois: Crossway, 2012.



A Assembleia de Deus em Caraúbas encerra trimestre com entrega de prêmios.
A Escola Bíblica Dominical da Assembleia de Deus em Caraúbas ao longo do 3º trimestre  contou com boa assistência, sendo um dos departamentos que auxilia significativamente na formação moral, intelectual e espiritual dos alunos. Os nossos encontros aos domingos têm sido enriquecidos com a presença de Deus e muita instrução e conhecimento nas ministrações que acontece em cada classe.
A EBD de nossa cidade têm se tornado uma referência na região, chegando a reunir, em alguns domingos, 110 pessoas. 
"Este é um número muito significativo para uma igreja do porte de Caraúbas, um sinal evidente que os crentes estão se despertando para o ensino da Palavra de Deus", justificou o Superintendente da EBD, o diácono Pedro Martins. No enceramento do trimestre foram sorteados alguns prêmios, dentre os quais, uma sanduicheira e um ventilador de coluna entre os alunos matriculados, inclusive os professores de cada classe também participaram do sorteio.  
Os professores igualmente premiaram seus alunos com alguns brindes, como forma de incentivo para continuarem matriculados e atrair um número ainda maior.

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 Classe Arautos de Cristo

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 Classe Mulheres Virtuosas

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  Pb. Girleudo Freitas- Prof.º Da Classe Arautos de Cristo

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 Gilza Freire- Profª da Classe Mulheres Virtuosas

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 Marinalva Dias- Profª da Classe Colunas de Betel

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 Juliana Gurgel- Profª da Classe Geração JC

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Pb. Paulo Sévulo- 2º Profº da Classe Arautos de Cristo

Entrega de Prêmios:

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 Classe Arautos de Cristo- Destaque do trimestre


Segundo o Superintende, Dc. Pedro Martins e o Pr. João, as pretensões para o próximo trimestre são de aperfeiçoar ainda mais a EBD, entre outras medidas será de incentivar ainda mais o número de matriculados e a frequência de pessoas descrentes, para isso deverá melhorar a qualidade dos prêmios que serão sorteados. Também haverá prêmios de incentivo para os professores que se esmeram para apresentar um ensino de boa qualidade  em suas respectivas classes. 




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